SPI apoia o governo indonésio a reforçar o sistema nacional de inovação e investigação

20 Dezembro 2013

Augusto Medina (presidente do conselho de administração da SPI) e Mark Spinoglio (consultor sénior do escritório da SPI na Califórnia) realizaram as segunda e terceira missões à Indonésia, respetivamente em setembro e outubro, no sentido de apoiar o governo indonésio a fortalecer os programas nacionais de investigação. A segunda missão consistiu na realização de entrevistas com agentes governamentais e não-governamentais de modo a estabelecer um entendimento do ecossistema de inovação indonésio. A terceira missão incluiu reuniões com representantes do governo e um workshop coordenado pela SPI, onde se apresentaram diferentes opções para a definição de programas de colaboração indústria-investigação, baseadas em estudos de caso internacionais. Este workshop incluiu ainda mesas redondas onde se pretendeu identificar os pontos fortes e a experiência da Indonésia em investigação colaborativa, assim como as barreiras que necessitam de ser ultrapassadas de modo a promover a investigação colaborativa. 

Estas missões irão permitir à SPI desenvolver um conjunto de recomendações adaptadas à realidade Indonésia, no sentido de conduzir a uma melhoria dos resultados de I&D do país, em particular no que diz respeito à implementação de mecanismos de transferência de tecnologia, assim como à criação de oportunidades de colaboração entre a indústria, universidades e instituições governamentais. 

Este projeto é emblemático para a SPI uma vez que se insere nos domínios prioritários da empresa, apresentando-se como uma participação internacional muito significativa. Perspetiva-se assim que a SPI possa contribuir, uma vez mais, para o reforço de sistemas de investigação e inovação de diferentes organizações internacionais.

A seleção da SPI para estas missões resulta da crescente experiência e capacidade da empresa para o desenvolvimento de projetos no Sudeste Asiático, assim como do aumento da sua reputação enquanto consultora de gestão do conhecimento nas temáticas da Investigação e Inovação. 

 “A cooperação em IDI e transferência de tecnologia deve ser reforçada e os programas colaborativos definidos com base nas realidades locais” - afirma Augusto Medina.